sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Sanatório Kaempf: Entre o passado e o presente




1 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Alunas: Francieli Staub, Chaiane Yasmin da Rosa, Allana Geske e Ana Leticia Sehn.
Professora Orientadora: Cilvane Adriane Marotz
Disciplina: História
Ano: 7° ano, turma 72.
Escola: E.E.E.M. Nossa Senhora do Rosário
Local: Santa Cruz do Sul/RS
Data: Setembro de 2016

2.    PROBLEMA
 Por que o sanatório Kaempf parou de atender pessoas com transtornos psiquiátricos?

3.    JUSTIFICATIVA
A professora lançou a proposta de projetos nas aulas de História e Geografia para que escolhêssemos um tema que gostaríamos de aprofundar. Nós nos reunimos em grupos e escolhemos o tema, Sanatório Kaempf. Escolhemos esse tema porque sabemos da existência dele e que o mesmo parou de atender pessoas com transtornos psiquiátricos.

4. OJETIVOS
- Fazer um levantamento histórico sobre o sanatório Kaempf (Data de fundação e encerramento das atividades);
- Descobrir porque o sanatório encerrou suas atividades;
- Tentar saber onde as pessoas com transtornos psiquiátricos são atendidas hoje eu dia;
- Conseguir imagens e informações sobre a época em que o Sanatório estava funcionando e o que ainda existe sobre ele, hoje em dia.

5. METODOLOGIA
- Pesquisa na internet sobre os conceitos de sanatório, manicômio e hospital psiquiátrico e também sobre alguns métodos de tratamentos praticados nestes locais;
- Entrevista com os responsáveis pelo antigo sanatório que conheçam a história do mesmo;
- Visita as antigas dependências do Sanatório a fim coletar imagens do local.

6. REFERENCIAL TEÓRICO
Quando falamos em sanatório estamos nos referindo a uma casa de saúde ou clinica, dependendo de que país estamos falando, voltado para o tratamento de várias doenças: da tuberculose á outras. No artigo do sit de conceito
Um sanatório é um centro de saúde que, de acordo com o país, pode ser especializado em diferentes assuntos. Trata-se de um lugar onde os pacientes que sofrem diversos transtornos e doenças são atendidos e podem submeter-se a diversos tratamentos.” (2016).
            Já o termo manicômio “surge a partir do século XIX e designa mais especificadamente o hospital psiquiátrico, já com a função de dar um atendimento médico sistemático e especializado” (História dos manicômios, 2016). 
Percebe-se que ambos os termos eram usados para se referir ao local onde as pessoas com os mais variados tipos de transtornos e ou problemas de saúde eram tratados.
Nos sanatórios, os métodos de tratamentos foram variados como a clinoterapia e a hidroterapia. A clinoterapia
“pautava-se, basicamente, pela manutenção constante do alienado no leito. Se necessário com a utilização de sedativos, mas não se utilizava camisas de força ou outros meios de contenção, ainda que seja mantido um rigoroso controle a partir da vigilância.” FATURE, P.108).
Já na hidroterapia “os banhos cumpriam uma tripla função: tratar algumas doenças específicas, sedar e acalmar e ainda, conter os pacientes” (FATURE, P. 110).
No entanto, também eram usadas terapias biológicas dos mais variados tipos como eletrochoques, provocar febre no paciente para obter alguma melhora no quadro mental, entre outros. Conforme
“as terapias piretógenas, as convulsivantes e as comatosas, mais especificamente a malarioterapia – também chamada de Método Von Meduna, a insulinoterapia – conhecida como Método de Sakel e a Eletroconvulsoterapia – o eletrochoque para leigos, ou Cerletti para os psiquiatras” (FATURE, P. 112).
Mas, os métodos de tratamentos terapêuticos também consistiam em isolar o paciente, deixá-lo sem alimentação ou sem dormir por exemplo.
Eram correntes as práticas de sangria, de isolamento em quartos escuros, de banhos de água fria, além dos aparelhos que faziam com que o paciente rodopiasse em macas ou cadeiras durante horas para que perdesse a consciência”. (História dos manicômios, 2016).
Deste modo, pode-se dizer que os manicômios ou sanatórios ou ainda, hospitais psiquiátricos, era um deposito de gente com os mais variados problemas: da tuberculose á distúrbios mentais. Eram internados nessas casas de saúde como “loucos”, recebendo os mais variados tipos de tratamentos e terapias.

7. ANÁLISE DE DADOS
Entrevista com o senhor Ivo Kaempf, atual proprietário do Sanatório Kaempf.  
Na primeira casa quadrada, logo na chegada, teve início a atividade do Sanatório, em 15 de novembro de 1879. Depois que teve início à atividade, (nessa época ainda não atendiam “gente nervosa”), tratavam de pessoas com reumatismo, que era aplicado água e barro em partes localizadas do corpo.
Hoje o sanatório virou uma pousada, pois seu Ivo Kaempf teve que fechar o mesmo por denúncias de cárcere privado. Antes de fechar, a clínica atendia drogados e pessoas “nervosas”, por isso na parte dos fundos foram colocadas grades. Como a psiquiatria não anda junto com a filosofia, quando as pessoas chegavam para fazer estágio criticavam o tratamento. Com o tempo elas viram que na parte de trás do prédio havia grades e tinha partes que os mais doentes ficavam “presos“. Foi isso que os estudantes denunciaram. Mesmo que não fosse por essas denúncias, o Sanatório não estaria aberto hoje em dia, porque hoje os hospitais psiquiátricos são as piores coisas que tem.
Na época de seu funcionamento, o Sanatório era aberto para a família visitar os pacientes, eles podiam tomar banho de rio e tinha bar. As pessoas ficavam por vontade própria e assinavam um termo e se não era por vontade própria, o termo ia para o juiz assinar. E é a firma mais velha de Santa Cruz do Sul. Também mudou de nome várias vezes durante o tempo em que esteve funcionando.
Em quanto o sanatório ficou aberto passaram por lá cerca de 60 mil pacientes. O sanatório foi construído por partes, levando 15 anos para ficar pronto. Os doentes nos domingos eram levados de carruagem para as igrejas católicas e evangélicas. A palavra sanatório era mais usada para se referir as pessoas com tuberculose, que ficavam numa construção no mato onde ficavam pelados tomando banho de sol.
Hoje em dia, boa parte onde fica o loteamento Novo Horizonte eram terras da propriedade do Sanatório. As terras tiveram que ser vendidas porque entrou um novo sócio no Sanatório que, tempos depois acabou falindo.

8. CONCLUSÃO
Descobrimos com esse projeto que sanatório, manicômio e hospital psiquiátrico são sinônimos e muito usados quando se refere ao tratamento de pessoas com algum tipo de transtorno mental e ou respiratório, como a tuberculose.
Quanto ao Sanatório Kaempf, que é o objeto de nossa pesquisa, descobrimos que no local funciona hoje uma pousada. Isso justifica o fato de o local ser bem organizado e limpo. E, ao longo de seu funcionamento mudou de nome algumas vezes.
O Sanatório foi fundado em 15 de novembro de 1879 e encerrou suas atividades no ano de 1999. O motivo pelo qual o sanatório encerrou suas atividades foi em função de denúncias que estagiários que vinham ao local fizeram. Isso porque constatavam que o tratamento que os pacientes recebiam era diferente daquilo que deveriam receber.
Os tipos de doenças tratadas no sanatório foram as mais variadas como reumatismo, tuberculose, viciados e pessoas “nervosas”. Os tratamentos também foram variados como o uso de lama, banhos gelados e de Sol e isolamento. Mas, o que mais chamou nossa atenção foram salas com grades nas janelas onde não foi permitido a nossa entrada. Segundo o Sr. Ivo, nestas salas estão guardados equipamentos utilizados com os pacientes, na época de seu funcionamento.
Hoje em dia as pessoas que precisam de algum atendimento especializado para se tratar são atendidas em hospitais comuns.
Quanto à área do sanatório, descobrimos que as terras onde está localizado o loteamento Novo Horizonte, as terras que vai da entrada Rio Pardinho até o início da reta da estrada de Rio Pardinho pertencia a família Kaempf.
Concluindo, descobrimos coisas que nunca poderíamos imaginar que pudesse existir. Também foi necessária muita dedicação e pesquisa para desenvolver esse projeto.
   
  9. Referências Bibliográficas:
- FATURE, Fábio, Rosa. O Sanatório São José: O poder e as práticas da psiquiatria em uma instituição privada – Porto Alegre/ RS (1934-1954). Disponível em https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/139363/000989779.pdf?sequence=1 Acessado em 10/09/2016.

- http://conceito.de/sanatorio Acessado em 28/08/2016.  

- História dos manicômios. Disponível em: http://www.comciencia.br/reportagens/manicom/manicom8.htm Acessado em  30/08/2016.

10. Anexos

                                    
                                                      Parte frontal do Sanatório

                                                          Parte interna (corredor)

Corredor externo

                                                                     Área de lazer

Sala de enfermagem

                                                           Antigo bloco cirúrgico

                                                            Açude usado para banho
                                       
        

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Lixo, e eu com isso!

O projeto a seguir foi desenvolvido na E.M.E.F Guilherme Oscar Alfredo Hildebrant 

Direção: Guiomar Rossine Machado e Mara Cristina Lopes Zanette

Endereço: Rua Euclides Kliman, Bairro Progresso, Santa Cruz do Sul/ RS

Professora coordenadora: Cilvane Adriane Marotz

Alunos: 6º ano B
  
Lixo, e eu com isso!
1.    Problema
Por que os moradores do bairro Progresso jogam lixo nas ruas, terrenos baldios e na sanga que corta o bairro?

2. Justificativa
Sabemos que o lixo polui o meio ambiente e o ar, que entope bueiros e provoca enchentes assim como, provoca doenças nas pessoas. Sabemos também que o lixo contribui com o aquecimento global.
Tendo em vista este problema, resolvemos fazer este projeto para poder conscientizar nossos pais e demais pessoas da nossa comunidade a não jogar mais lixo em qualquer lugar e também, aprender a fazer a separação do lixo e a maneira adequada de descartá-lo. Desta maneira, estaremos evitando vários problemas ambientais e de saúde e contribuindo para a construção de um mundo melhor.

3. Objetivos
·         Queremos saber para onde vai o lixo da nossa casa/cidade e como ele desaparece na Terra;
·         Pesquisar os tipos de doenças que o lixo pode trazer para as pessoas;
·         Aprender a reciclar e dar um destino correto ao lixo;
·         Conscientizar a comunidade escolar sobre a importância da separação do lixo doméstico e o destino correto do mesmo através de cartazes espalhados pelo bairro e na escola;
·         Convidar uma pessoa da secretaria do Meio Ambiente para fazer uma palestra á todos os alunos das séries finais sobre o lixo;
·         Fazer uma campanha na comunidade convidando-os para trazer para a escola o lixo eletroeletrônico;
·         Iniciar uma campanha na escola para que os alunos coloquem o lixo orgânico e seco em lixeiras separadas;
·         Observar e anotar o lixo produzido na casa de cada aluno por uma semana;

4. Embasamento teórico
Como deve ser a separação correta do lixo?
Lixeira Azul: Jornais, papéis em geral, revistas.
Lixeira Verde: Vidros em geral (copos, garrafas, louças, etc.);
Lixeira Vermelha: Plásticos em geral (embalagens de alimentos, de limpeza e beleza, tampas, brinquedos, etc);
Lixeira Amarela: Metais em geral (latas de bebidas, embalagens de biscoito, panelas, ferragens, grampos, fios elétricos, marmitas, alumínio, cobre e aço, latas de produtos de limpeza e tubos de pasta de dente);
Lixeira Marrom: Lixo orgânico (restos de comida, legumes e frutas, erva do chimarrão, lixo do banheiro e tolha de papel).
As vantagens da reciclagem
São muitas as vantagens como melhora a qualidade de vida, reduz o consumo de matérias-primas, energia e água, diminui a poluição do ar, além disso, gera emprego e renda.
O que pode ser reciclado?
Papéis, Plásticos, metal, vidros e devem estar limpos.
O que não pode ser aproveitado?
Cascas de frutas, restos de legumes, comida e erva mate, papel higiênico, absorventes, fraldas descartáveis e guardanapos engordurados.
O que é coleta seletiva de lixo?
É um serviço especializado em coletar materiais devidamente separados e limpos nas casas das pessoas. Este sistema facilita a reciclagem na cooperativa e possui um valor de venda bem maior. O lixo que não pode ou não dá para ser reciclado vai para o aterro sanitário.
Como o lixo desaparece da Terra?
Cada tipo de lixo leva um tempo diferente para se decompor na natureza.
Restos de alimentos, frutas, legumes --------------- de 1 á 3 meses
Papel --------------------------------------------------------- de 3 á 6 meses
Pano --------------------------------------------------------- de de 6 meses á 1 ano
Chiclé -------------------------------------------------------- de 5 anos
Filtro de cigarro ------------------------------------------ de 5 á 10 anos
Tampa de garrafa --------------------------------------- de 15 anos
Madeira pintada ----------------------------------------- de 15 anos
Nylon ------------------------------------------------------- mais de 30 anos
Saco plástico --------------------------------------------- de 300 á 400 anos
Lata de conserva ---------------------------------------- 100 anos
Lata de alumínio ---------------------------------------- 200 anos
Plástico ---------------------------------------------------- 450 anos
Fralda descartável -------------------------------------- 600 anos
Garrafas de vidro --------------------------------------- indeterminado
Pneu ------------------------------------------------------- indeterminado
Garrafas pet --------------------------------------------- indeterminado
Borracha ------------------------------------------------- indeterminado
Vidro ----------------------------------------------------- 1 milhão de anos
O que é os 3 Rs?
Reduzir é diminuir a quantidade de lixo que produzimos, mudando hábitos e adquirindo produtos que possam ser reutilizados.
Reutilizar é utilizar várias vezes a mesma embalagem. Com um pouco de criatividade e imaginação é possível fazer vários objetos para a casa e brinquedos.
Reciclar é transformar as embalagens dos produtos antes utilizados em novas matérias-primas que vai reduzir o impacto ambiental.
Para onde vai o lixo de Santa Cruz do Sul?
Em Santa Cruz do Sul, todo lixo recolhido pela empresa Conesul Soluções Ambientais é levado para a Cooperativa de Reciclagem administrado pelos catadores e o que sobra é levado para o aterro sanitário em Minas do Leão.
Como funciona a Usina de Reciclagem de lixo em Santa Cruz do Sul?
Foi aprovado na Câmara de Vereadores, no mês de julho, o projeto de lei que cria a Usina de Reciclagem em forma de cooperativa administrada pelos catadores associados. No momento a usina conta com 26 operários. Destes, 11 atuam diretamente no setor de reciclagem sendo que o local recebe cerca de 90 toneladas/lixo/dia. Quando a coleta seletiva estiver em pleno funcionamento na cidade, o índice do material separado pode chegar 54%.
O que é um aterro sanitário?
Aterro sanitário é uma forma de depositar o lixo domiciliar em um grande buraco obedecendo a normas de engenharia especiais, fazendo com que haja um controle da poluição do solo e da água.
Quais são as doenças que o lixo traz para as pessoas?
Ratos transmitem leptospirose e peste bubônica;
Moscas transmitem salmonelas, cólera e amebíase;
Mosquitos transmitem dengue, febre amarela e malária;
Baratas transmitem cólera e febre tifóide;

5. Procedimentos
O projeto será desenvolvido da seguinte maneira:
Ø  Pesquisa em livros, revistas e internet;
Ø  Entrevistas com os alunos do 6º ao 9º ano da escola, pais dos alunos e comunidade em geral;
Ø  Palestra na escola sobre a reciclagem (Secretaria do Meio Ambiente);
Ø  Saída pelo bairro para fazer a pesquisa e informar sobre a coleta do material eletroeletrônico na escola no dia 29/09/2011;
Ø  Criação de duplas de lixeiras espalhadas pelo pátio da escola para a separação do lixo seco do orgânico;
Ø  Contatar a Secretaria do Meio Ambiente para o recolhimento do lixo eletroeletrônico arrecadado;
Ø  Espalhar pelo bairro os cartazes confeccionados.

6. Resultados
Após observarmos e anotarmos o lixo produzido em nossas casas por uma semana, o resultado foi o seguinte: Produzimos mais lixo seco do que orgânico e entre este lixo, muita coisa poderia ser reaproveitado.
De acordo com a pesquisa feita com 75 alunos, os resultados foram os seguintes:

De todos os alunos entrevistados, 23 jogam lixo em qualquer lugar porque não tem lixeiras nas ruas, ou porque o caminhão de lixo passa mais tarde, é um hábito, esquecimento, por pressa, descuido ou porque é mais prático.
No entanto, 52 alunos não jogam o lixo em qualquer lugar para evitar enchentes, proteger a natureza, além de ser errado e mantém a cidade e o bairro mais limpo.
 Os alunos disseram que o lixo vai parar nos mais diversos lugares como na sanga, usina de reciclagem, lixão e Conesul.
O lixo deve ser separado em sacolas diferentes: Lixo seco e orgânico e de acordo com o material.
Sabemos que o lixo separado em casa vai para o caminhão levar, tanto o orgânico quanto o seco. Alguns também alegam que o lixo seco vai para os recicladores.
Vários alunos sabiam quais doenças o lixo traz para as pessoas como leptospirose, dengue, vermes, etc.

De acordo com a pesquisa feita com 87 pessoas da comunidade, o resultado foi o seguinte:
As pessoas que responderam sim alegaram que não tem lixeira por perto e aquelas que disseram que colocam o lixo na lixeira o fazem para evitar mau cheiro e não juntar insetos, bichos, além de evitar que os bueiros entupam e contribuir com o meio ambiente.
Das pessoas que sabem para onde vai o lixo de Santa Cruz do Sul 43 disseram que vai para a Usina de Reciclagem.
Das pessoas que disseram saber como fazer a separação do material disseram que o lixo seco deve ser separado do orgânico.
Todas as pessoas que responderam sim disseram que colocam o lixo reciclável para o caminhão levar.
Entre as doenças respondidas estava à leptospirose, verminose e diarréias e insetos como a criação de baratas, ratos e formigas que transmitem doenças.

7. Conclusão
Aprendemos com a palestrante da Secretaria do Meio Ambiente que meio ambiente é tudo aquilo que nos cerca: árvores, casas, ruas, sangas, etc... E que quase nada do que colocamos no lixo é realmente lixo. Lixo são somente papel higiênico, absorventes, fraldas descartáveis e papéis engordurados.
Concluímos, através das anotações do lixo produzido em nossas casas que geramos muito lixo porque tudo o que a gente compra vem em embalagens e depois ainda, em sacolas plásticas. Também, não sabemos consumir de modo a produzir menos lixo. Compramos coisas só por modismos, porque estamos com vontade de comer ou usar uma coisa diferente, o que gera lixo desnecessário.
Sugerimos que precisamos mudar nossas atitudes como: Reduzir a quantidade de balas e coisas não tão necessárias que comemos. Reutilizar litros pet, sacolas e sacos plásticos, vidros e muitos outros materiais para fazer brinquedos, roupas e objetos de decoração. Reciclar em casa o lixo seco e o orgânico para facilitar o trabalho dos recicladores.
Aprendemos através das pesquisas que todo o lixo de Santa Cruz do Sul vai para a Usina de Reciclagem e o que não é reaproveitado vai para o aterro sanitário de Minas do Leão e que cada tipo de lixo leva um tempo diferente para se decompor. Também, o lixo jogado em qualquer lugar cria ratos, baratas e moscas que transmitem muitas doenças.

É preciso mudar de atitude!
Lixo é somente,
O que não pode mais ser reaproveitado.
 O que não pode mais ser reciclado.
Faça a sua parte. Recicle e reutilize!



8. Referencias Bibliográficas
Revista: Guia prático - Ensino Fundamental, Ano 6 nº 69. Novembro de 2009, pág. 12
WWW.sejaoverde.blogspot.com Acessado em 23/08/2011
WWW.desentupidora.consulte.com.br/ Acessado em 14/09/2011
WWW.conesul.com.br/ Acessado em 14/09/2011

9. Anexos
Projeto da turma do 6º ano B sobre o Lixo
1         Você costuma jogar lixo em qualquer lugar (na rua, terrenos baldios, sangas, etc.)?
(    ) Sim, porque......................................................................................................................................
(    ) Não, porque.......................................................................................................................................
2         Você sabe para onde vai o lixo de Santa Cruz do Sul?
(    ) Sim, vai para.......................................................................................................................................
(    ) Não
3         Você sabe como deve ser feita a reciclagem do lixo na sua casa?
(    ) Sim. Como? .......................................................................................................................................
(    ) Tenho algumas dúvidas                                             (    ) Não
4         Você sabe o que fazer com o lixo reciclável da sua casa?
(    ) Sim, ...................................................................................................................................................
(    ) Não
5         Você sabe quais doenças o lixo pode trazer para as pessoas?
(    ) Sim. Quais? ........................................................................................................................................
(    ) Não

                   


















domingo, 29 de dezembro de 2013

Projeto: Miniestação meteorológica

Dados de Identificação:

- E.E.E.M. Nossa Senhora do Rosário

- Santa Cruz do Sul - RS

- Alunos envolvidos: 6º e 7º anos do Ensino Fundamental

- Professora coordenadora: Cilvane Adriane Marotz
 
 
Investigando o tempo e o clima

Justificativa:

Há muito tempo o ser humano vem observando as nuvens e os ventos, as temperaturas e as chuvas para prever a dinâmica atmosférica. Para tanto muito instrumentos foram criados e melhorados e muitas estações meteorológicas foram espalhas pelo Rio Grande do Sul. As informações obtidas são utilizadas pelos meteorologistas para caracterizar o clima e principalmente, para fazer previsões do tempo cada vez mais precisas.

No entanto, é notável que alunos dos 6º e 7º anos do Ensino Fundamental II não compreendem os elementos climáticos na teoria. Interpretação de mapas climáticos, de previsões do tempo, climogramas e até mesmo, observar a direção dos ventos, os tipos de nuvens, fazer a leitura da temperatura é algo incompreensível para eles. O mesmo pode-se dizer sobre a quantidade de chuva que cai por mº em mm. num determinado período. Além disso, possuem dificuldades em distinguir clima de tempo.

Portanto, este projeto tem como proposta principal levar os alunos a confeccionar, aplicar e coletar informações meteorológicas e posteriormente, interpretá-las e tabular. Com este trabalho espera-se que os alunos desenvolvam a competência de ler e interpretar informações meteorológicas na prática para que possam melhor planejar suas atividades diárias baseado na observação do tempo.

 

Objetivo geral:

Montar uma miniestação meteorológica no pátio da escola, ou seja, um pluviômetro, uma biruta e um termômetro.

Objetivos específicos:

·         Montar um pluviômetro usando garrafa pet. 2l. Cada aluno fará o seu e um ficará na escola;

·         Afixar um termômetro na escola, num lugar seco, seguro e externo para medir a temperatura ambiente.

·         Confeccionar e instalar na escola uma biruta para observar a direção dos ventos;

·         Obervar e anotar os estados do tempo;

·         Construir climogramas;

Materiais necessários:

·         Para fazer o pluviômetro:

- Garrafas pet. 2l transparentes;

- Réguas de papel em cm.;

- Fita crepe transparente

- Tesoura

·         Para fazer a biruta:

- Tnt, arame, pedal velho de bicicleta, pedaço de ferro, solda, agulha,                   linha de costura e bússola;

·         Termômetro encontrado em bazares;

·         Tabelas para anotações diárias dos dados coletado-observados.

Metodologia:

·         A biruta será confeccionada pela professora devido à complexidade na montagem da mesma. Para montar a biruta será usado um pano de TNT, uma argola feita de arame presa num pedal de bicicleta para poder girar conforme a direção do vento. Após será fixada num poste numa área limpa da escola. No poste será desenhada a roda dos ventos com o auxílio de uma bússola.

·         Em aula cada aluno montará seu pluviômetro usando uma garrafa pt. 2l transparente. Nela colará uma régua de papel isolada com fita crepe transparente. Depois, irá levar o mesmo para casa e prender num lugar aberto para captar a água da chuva em mm.

·         O termômetro será colocado numa varanda da escola abrigado do Sol e da chuva.

·         Um pluviômetro será fixado num poste, no pátio da escola para verificar a quantidade de chuva mm. em cada onda de chuvarada transcorrida.

Cronograma:

Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Confecção e instalação dos pluviômetros
X
 
 
 
Confecção e instalação da biruta
X
 
 
 
Colocação do termômetro
X
 
 
 
Observação e anotação da temperatura e
 
 
 
 
da direção dos ventos (de 2º ás 6º feiras)
X
X
X
 
Observação e anotação dos estados do
 
 
 
 
tempo (diariamente)
X
X
X
 
Interpretação dos dados coletados
 
 
 
X
Construção de climogramas
 
 
 
X
Conclusão do projeto
 
 
 
X

Conclusão:
             No início, o projeto causou estranheza aos alunos mas, aos poucos, na medida em que os pluviômetros foram construídos, que a biruta e o termômetro foram instalados na escola, os alunos começaram a se empolgar. A cada dia observavam e anotavam a direção do vento, a temperatura e se o dia estava nublado, chuvoso, etc. Além disso, cada vez que chovia faziam comentários sobre a quantidade de chuva que havia chovido... assim puderam aprender na prática, a diferença entre tempo e clima. Em novembro construíram climogramas usando os dados pluviométricos e de temperatura, após, fizeram comparações de dados...
            Em relação a direção do vento que haviam anotado durante os três meses de observação, fizeram comparações para ver de que direção o vento mais soprou em cada mês de observação, para em seguida, aprender na teoria sobre o que é vento, a origem das correntes de ar quente, frio, úmido e suas características. Outro detalhe importante: Mesmo tendo trabalhado os pontos cardeais e colaterais com os alunos, eles ainda tinham muita dificuldade para se orientarem. Como a observação da direção do vento requeria um conhecimento prévio da rosa dos ventos, este objetivo foi alcançado com sucesso uma vez que confeccionaram, cada um a sua rosa dos ventos de papelão. Toda vez que  um aluno observava a direção do vento, posicionava o N da sua rosa dos ventos em cima do N magnético que havia sido marcado no local com a ajuda de uma bússola (foi  brincando que aprenderam).
Fonte:

BOLIGIAN, Levon e organizadores. Geografia espaço e vivência: Introdução á ciência geográfica, 6º ano (et al.). – 3º ed. reformada – São Paulo: Atual, 2009.
 
 
Com um pouco de criatividade e materiais recicláveis é possível montar uma biruta.

 
 
Ficha de observação do tempo: Mês
Dia do mês Céu sem nuvens Parcialmente nublado Nublado Chuvoso Intesidade do vento Direção dos ventos Temperatura (em C) Pluviosidade (em ml)
1                
2                
3                
4                
5                
6                
7                
8                
9                
10                
11                
12                
13                
14                
15                
16                
17                
18                
19                
20                
21                
22                
23                
24                
25                
26                
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